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Suflair (dir.) e outros cães com sintomas de distrofia muscular
Especial Genoma Reportagens

Ringo e Suflair mostram caminho para proteção contra distrofia muscular

A pesquisa começou com dois cães Golden Retriever com distrofia muscular que, surpreendentemente, escaparam da doença. Eles fazem parte do modelo animal estudado pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco e levaram à descoberta de uma alteração genética que promove a compensação a doença. No futuro, essa descoberta poderá ser a base de um novo tratamento para quem sofre com a distrofia muscular de Duchenne.

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Colaboração de CePID da USP com Harvard chega a gene que deixa cães com distrofia sem sintomas

Um gene ligado a processos de regeneração muscular está fortemente ativado em cães que, embora sofram de distrofia muscular, apresentam poucos sintomas da doença, afirma artigo da revista Cell. Até agora desconhecida, a associação entre o gene Jagged1 e a doença de Duchenne abre novas possibilidades de tratamento, com base no entendimento do mecanismo que protege esses cães excepcionais. Em humanos, a distrofia muscular de Duchenne afeta um entre 3 a 5 mil meninos e não tem cura.