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Colaboração de CePID da USP com Harvard chega a gene que deixa cães com distrofia sem sintomas

Um gene ligado a processos de regeneração muscular está fortemente ativado em cães que, embora sofram de distrofia muscular, apresentam poucos sintomas da doença, afirma artigo da revista Cell. Até agora desconhecida, a associação entre o gene Jagged1 e a doença de Duchenne abre novas possibilidades de tratamento, com base no entendimento do mecanismo que protege esses cães excepcionais. Em humanos, a distrofia muscular de Duchenne afeta um entre 3 a 5 mil meninos e não tem cura.

Foto: Ana Paula Chinelli
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O Centro do Genoma Humano da USP e os 50 anos de estudo da distrofia muscular

Em 1968, quando Mayana Zatz começou a pesquisar, pouco se sabia sobre a distrofia muscular de Duchenne. Naquela época, ela era estudante de biologia no Instituto de Biociências da USP (IB). Quarenta e sete anos depois, tornou-se professora titular de genética do IB e coordenadora do Centro de Pesquisa do Genona Humano e Células-Tronco (HuG-CELL).