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Foto: Ana Paula Chinelli
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O Centro do Genoma Humano da USP e os 50 anos de estudo da distrofia muscular

Em 1968, quando Mayana Zatz começou a pesquisar, pouco se sabia sobre a distrofia muscular de Duchenne. Naquela época, ela era estudante de biologia no Instituto de Biociências da USP (IB). Quarenta e sete anos depois, tornou-se professora titular de genética do IB e coordenadora do Centro de Pesquisa do Genona Humano e Células-Tronco (HuG-CELL).

Estrutura em formato de esfera formada por células tumorais com alta capacidade de invadir outros tecidos (Divulgação)
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Célula de tumor que se comporta como célula-tronco de embrião agrava tipo de câncer infantil

Dois artigos publicados por pesquisadores do Centro de Estudos do Genoma Humano e Células-Tronco sugerem que a ação de substâncias típicas de células-tronco embrionárias – aquelas que são capazes de gerar todas as outras células do organismo, formando diferentes tecidos – é determinante na piora do quadro clínico de crianças que sofrem de meduloblastoma, um tipo de câncer do cérebro.

Foto: Laboratório de Arqueologia dos Trópicos da USP/Arquivo PAC
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Paisagem da Amazônia atual mostra ambiente alterado pelos povos antigos da floresta, diz artigo

A paisagem da Amazônia — que se pretende preservar como um ícone da natureza intocada — foi profundamente influenciada pelos humanos que habitaram a região desde dois mil anos atrás. Essa é a principal conclusão apresentada no artigo de revisão publicado na edição de 7 de agosto da revista Proceedings of the Royal Society B, editada no Reino Unido, intitulado “The domestication of Amazonia before European conquest”. Entre os autores, inclui-se o arqueólogo Eduardo Góes Neves, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP.

Conheça transformações recentes na metrópole de São Paulo
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Conheça transformações recentes na metrópole de São Paulo

A Região Metropolitana de São Paulo é hoje mais diversa do que foi há 20 anos, mas continua profundamente desigual. Essa conclusão e pesquisas sobre como as desigualdades – de classe, de raça, de gênero, de educação, de infraestrutura – se reorganizaram durante esse período estão no livro “A Metrópole de São Paulo no Século XXI”, lançado pelo Centro de Estudos da Metrópole.

“A desigualdade não é imutável”
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“A desigualdade não é imutável”

O tema da desigualdade ganhou interesse renovado das ciências sociais em todo o mundo depois que o economista francês Thomas Piketty chamou a atenção para o crescimento da disparidade de renda entre ricos e pobres em curso nos países desenvolvidos. No Brasil, por muito tempo se acreditou que o País teria um “DNA problemático”, que bloquearia a redução da desigualdade. No entanto, a trajetória das últimas décadas mostra que os brasileiros têm vivenciado uma queda em alguns aspectos importantes da desigualdade, com a universalização do acesso ao ensino fundamental, do direito ao voto e a serviços de infraestrutura. Os dados mostram que o Brasil de 2010 foi um país menos desigual que o de 1991.

Brasil reduziu desigualdades entre 1960 e 2010
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Brasil reduziu desigualdades entre 1960 e 2010

O Brasil de 2010 é um país menos desigual que o Brasil de 1991. País se tornou menos desigual em vários aspectos, mas persiste a desigualdade entre brancos e não brancos no mercado de trabalho. Estes são alguns dos diagnósticos que os pesquisadores do Centro de Estudos da Metrópole (CEM) apresentam no livro Trajetórias das Desigualdades – Como o Brasil mudou nos últimos 50 anos.