Neurônio afetado por autismo muda conforme ambiente cerebral

O autismo atinge uma em cada 68 crianças norte-americanas, segundo dados do Centro de Controle para Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Em geral, instala-se nos primeiros três anos de vida e tem causas complexas, que envolvem também a genética. Entender o autismo desafia os pesquisadores, e um caminho em busca de respostas é o estudo do cérebro. Foi o que fizeram Patricia Beltrão Braga e Fabiele Russo, do Instituto de Ciências Biomédicas – USP / (ICB-USP). A partir de células-tronco retiradas de dentes de leite, as cientistas produziram células cerebrais em laboratório e descobriram uma relação inédita entre neurônios de quem sofre de autismo e um outro tipo de célula muito comum: os astrócitos.

Na playlist estão os detalhes do estudo.

O artigo foi publicado na revista Biological Psychiatry.

12 comentários

  1. Gostaria que meu filho autista participasse dessas pesquisas.

  2. Parabéns pelo trabalho, tenho um filho de 4 anos com autismo. Com o resultado dessa pesquisa podemos ver uma luz para o futuro do nosso menino, além de todas intervenções terapêuticas.

  3. Boa tarde
    Sou mãe de um menino autista moderado de 7 anos. Vi a publicação sobre a célula astrocito, gostaria de saber mais e se em Portugal haverá algum tratamento disponível

    • Olá, Tânia,
      Essa pesquisa foi realizada no Brasil e ainda passará pela fase de estudo clínico. Não temos conhecimento sobre tratamentos em Portugal.
      Agradecemos o contato.

  4. Carolina Silva Sibio

    Boa noite, em base dos estudos realizados, gostaria de saber se é possível adultos atenuarem os sinais autisticos tendo em vista um aumento considerável na hipersensibilidade auditiva ou visual causando assim um aparente diagnóstico de síndrome do pânico sem levar em consideração sobre os efeitos sensoriais aumentados.
    Espero poder obter minha resposta ou um noteamento.
    Grata.

    • Olá, Carolina,
      Essa não é a especialidade da Dra. Patrícia. Você tem algum psiquiatra de confiança? Seria interessante direcionar essa pergunta a ele.
      Agradecemos o contato.

  5. Regiani di Paula Gonçalves Nunes

    Meu sonho é poder inserir meu filho que é autista, em uma pesquisa assim.

  6. LEONARDO GREGIO AULER

    Ola. Voces tem alguma previsao de quando existira algum tratamento utilizando essa técnica?

  7. TENORIO CALVET FILHO

    Tenho um filho autista e gostaria de participar das pesquisas.

  8. Vejo avanço na medicina, mas ainda acho tão pouco, não sei se falta recursos ou estímulos em relação à cura do Austimo, há remédios que impedem uma gravidez de ser gerado, há remédios que deixam as pessoas tranquilas, mas porque não descobrem remédios que são capazes de fazer o cérebro de autista funcionar da maneira correta? Como sou leiga no assunto, para mim seria algo tão simples, e não sei porque não o fazem… Meu filho tem 2 anos e 10 meses, é autista e ainda não fala, pesquiso muito sobre estimular o sistema nervoso central, não consigo achar nada, o que acabo fazendo é massagens em sua cabecinha, acreditando que assim de alguma forma ganhará algum estímulo, rsrs. É uma esperança para uma “doença” ainda repleta de incognitas e com poucas pessoas interessadas em desvendá-las. Parabéns à vc Dra. pela grande descoberta, quando vejo pessoas assim me felicito em saber que há quem pense no proximo, Deus a abencoe.

  9. Luis Enrique Rivero

    Olá, estou bem entusiasmado e esperançoso com a pesquisa e as possibilidades! Ainda mais sendo uma pesquisa realizada aqui no Brasil! Meu filho tem diagnóstico de TEA e tem 7 anos, para um possível tratamento em um futuro bem próximo, vocês acreditam ser importante a guarda do dente de leite em criogenia? Obrigado.

  10. Tenho uma filha autista de seis anos, e como pai no anseio de procurar uma melhor condição, para que minha princesinha um dia possa ter um desenvolvimento satisfatório, faço muita pesquisa relacionada ao assunto, sempre consultando os médicos, para obter o melhor tratamento.
    Por favor, gostaria de saber se estas pesquisas que vou citar tem relação uma com a outra, e se tem possibilidade de ter um tratamento sugerido.
    O IL-6 é uma citocina relacionada ao autismo e que deixam os astrócidos doentes.
    Estudo publicado na revista European Journal of Clinical Nutrition mostrou que a suplementação de vitamina B6 reduziu os níveis plasmáticos de citocinas pró-inflamatórias, como interleucina-6 (IL-6
    Estudos sugerem que a vitamina B6 e magnésio suplementos
    Podem fornecer benefícios para alguns indivíduos autistas.
    Um estudo de 1968 de 16 crianças autistas com sérios problemas comportamentais descobriu que 75% fez melhorias dramáticas com altas doses de vitamina B6, 3 deles realmente falando pela primeira vez na história (Bonisch
    Agradeço de coração pela dedicação as pesquisas nesta área sou um pai esperançoso. Muito obrigado!

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