USP e NIH se unem para entender o Zika na América Latina

Quantas mulheres sem sintomas geram bebês infectados pelo Zika vírus? Uma parceria entre Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP e o National Institutes of Health, o NIH, vai avaliar mil mulheres grávidas na cidade com o objetivo de responder essas e outras várias perguntas ainda sem resposta. Esse é parte de um projeto maior, o Estudo Internacional de Coorte Prospectivo Observacional do Zika em Crianças e Gestantes”(sigla ZIP, em inglês), que seguirá dez mil gestantes em todo o mundo a partir da 12ª semana de gestação. Os bebês serão estudados até o primeiro ano de vida. Brasil, Colômbia, Guatemala, Nicarágua e Porto Rico também integram a pesquisa.
Aqui no Brasil, além da cidade de Ribeirão Preto, a presença e os efeitos do zika vírus serão analisados em outras três cidades: Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Em julho de 2016, pesquisadores da USP em Ribeirão Preto iniciaram um estudo para avaliar os efeitos do zika vírus em gestantes locais. A pediatra Marisa Mussi e o obstetra Geraldo Duarte contam o que a equipe também descobriu a respeito da doença e das alterações neurológicas que ela causa em bebês.

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