Educação e mercado de trabalho no Brasil: o que mudou entre 1960 e 2010

Em quatro minutos, esta animação mostra como as condições da educação dos brasileiros se relacionou com as condições de nossa economia e mercado de trabalho e, consequentemente, com a desigualdade social. Entre 1960 e 2010, a expansão do acesso à educação no Brasil mudou o perfil da população economicamente ativa. Se, em 1960, chegava a 73% a proporção dos trabalhadores que tinham no máximo três anos de estudo, em 2010 mais de 80% dos jovens de 12 a 15 haviam chegado, pelo menos, até a segunda etapa do ensino fundamental. Apesar do avanço do ensino fundamental, alguns problemas persistem.

A peça se baseia no livro Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos, organizado pela cientista política Marta Arretche e produzido pelo Centro de Estudos da Metrópole, que, a partir de dados dos censos de 1960 a 2010, traça o caminho que o Brasil percorreu nessas décadas. Para mais informações, veja o capítulo 4 do livro, “Educação e desigualdade no Brasil”, de autoria de Naercio Menezes Filho e Charles Kirschbaum.

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