Teoria dos grafos oferece ferramentas para neurocientistas

Um grafo é uma representação matemática de um conjunto de objetos e as representações entre eles. O grafo representa uma rede: é uma figura composta por pontos e linhas. Na teoria dos grafos, os pontos são os “vértices” e as linhas são as “arestas”. Este modelo de representação de redes vem sendo usado como uma ferramenta na neurociência.

Para melhor trabalhar com essa ferramenta, o Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática, o Neuromat, promoveu na de 23 a 27 de novembro o workshop “Random Graphs in the Brain”- em português, Grafos Aleatórios no Cérebro. O evento trouxe grandes nomes internacionais da neurobiologia, como Almut Schüz (Max Planck Institute for Biological Cybernetics); da matemática, como Remco van der Hofstad (University of Utrecht); e das ciências da computação, como Wojciech Szpankowski (Purdue University).

Antônio Galves, diretor do Neuromat, e Sidarta Ribeiro, diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), falaram com a reportagem do Ciência USP sobre a importância dos grafos para o avanço da neurociência.

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